1ª Psicografia da Luana de Felício |
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O corpo trazendo com ele algumas deficiências¹, não me permitia dizer corretamente tudo que era do meu desejo, mas, o que Deus me permitiu foi, e sempre será serem as palavras mais lindas quando eu dizia: — Pai, meu amor! Mãe, minha querida! Papai Donato, mamãe Rosa Maria, acompanhada por uma grande amiga de nome Tatiana Madjarof, e pelo vovô Francisco, estou aqui para atender ao pedido de vocês. Quero dizer-lhes que aquele corpo que vocês cuidaram com tanto carinho, foi uma valiosa veste que Deus me permitiu vestir no espírito neste tempo lindo que tive ao meu lado anjos a quem pude chamá-los de pai, de mãe. Precisei estar junto a vocês para aprender a amar mais, para crescer para o alto, sem me prender tanto à terra. Vivenciamos momentos de alegria, e por mais carinho que recebo por aqui, nada é comparado com aquilo que vocês me entregavam. Não sou injusta, e creio ser agradecida aos que me auxiliam, mas os braços de amparo, os olhares de paz, a compreensão que me entregavam, é tudo aquilo que um filho pode desejar. Estou bem, e logo que deixei o corpo não me faltaram o carinho de tantos, e aos poucos me era devolvido o direito de falar corretamente, escrever, de me comunicar da maneira que conhecemos ser o melhor. O corpo foi o meu direito de receber o que, penso eu, muitos desejam recebê-lo, tendo eles o corpo em perfeitas condições de se relacionarem com todos. Estou feliz e me sinto vitoriosa, e minha vitória pertence muito mais a vocês, porque o grande mérito está no amor que recebi e sei que continuo recebendo. Quero dizer aos meus irmãos Greyce e Donato Filho, que a Luaninha continua sendo a irmã que tem por eles amor sem fim. Sei que me amam, e nunca serei por eles esquecida. Quero dar muitos beijos na vovó Irma e vovó Lucy, dizendo à elas que tenho no vovô Francisco e no vovô João, aqueles bons e inseparáveis amigos. A Tatiana envia abraços e me revela ser filha da Sra. Rosana e do Sr. Jorge². Mãe, pai, a vontade é a de escrever noite adentro..., mas não posso, pois outros têm o direito ao lápis. Pai, meu amor, mãe, minha querida, amo vocês! No altar de minhas orações vocês são os anjos que lá estão, e que me curvo perante eles, pronta a obedecê-los e a aprender a amá-los cada dia mais. Beijão aos queridos Greyce e Donatinho. De sua, sempre sua filha Luaninha. Luana de Felício. MENSAGEM PSICOGRAFADA PELO MÉDIUM CELSO DE ALMEIDA AFONSO, EM REUNIÃO PÚBLICA, NA NOITE DO DIA 19/05/2009, NA CIDA DE SERTÃOZINHO - SP. Esclarecimentos:
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