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1ª Psicografia do Peter Alexander Leão Mello |
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É uma sensação indefinível que estou sentindo neste momento, e me faz voltar aos tempos de criança, de nossas brincadeiras em família, juntos à nossa Carina e outros da família. Nos momentos cruciais de nossas vidas é que podemos sentir que Deus nos permite tanta alegria, e nos prendemos somente às algemas que nos atormentam, e que foram elas prisão dos nossos desejos. Mamãe Lúcia, meu anjo, é seu filho escrevendo, esperando que eu esteja respondendo àquilo que você me pede para tranqüilizar seu querido coração, dizendo que estou forte, forte para enfrentar esta situação e tentar ainda conseguir forças para ajudar aqueles que amo. Ficaram em mim as cicatrizes de todos os ferimentos provocados pelos danos do desprezo, do medo, às vezes me deixando sem o abraço que eu esperava. Hoje sei compreender a cada um, procurando entender que ninguém pode oferecer aquilo que não tem. Venci mãe! Desejo que você e o papai Pitágoras entendam que venci o medo, o ódio que me distanciava daqueles em que acreditei que me amassem. Venci o preconceito, entendendo o que é o preconceito... Estou assim vivenciando o que sei me é necessário, e tenho comigo a fé que não me deixa sem forças para procurar em Deus as forças de que necessito. Tenho trabalhado meu ser, e sei me compreender dentro das minhas deficiências. Espero que a Paula compreenda que de minha parte nunca desejei entregar à querida esposa qualquer tipo de malefício, e que ela saiba o quanto tenho rogado a Deus para que ela seja uma vencedora juntos aos nossos queridos Giovani e Caio. Confirma o coração de mãe, e sei que nossa Paula tudo fará em benefício dos nossos filhos. Débora, não penso que estivemos distantes do outro. O amor não separa, portanto, sempre estivemos juntos da maneira que também nos encontramos juntos neste momento. Estão lindas a Miwa e a Miki. É uma honra ter como sobrinhas dois anjos lindos. Mãe, por certo Deus nos permitirá, um dia, outro encontro como este através de outra carta. Confie e fique tranqüila quanto a mim. Não sei de que maneira o papai Pitágoras receberá esta carta, mas o mais importante é que eu e meu pai nos amamos. Beijão Débora, beijo também na Carina. Mãe, me abençoe. Peter Alexander Leão Mello. Mensagem recebida pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 05/03/2004, em reunião pública, no Centro Espírita "Aurélio Agostinho", à Av. Lucas Borges, 61, em Uberaba - MG. Esclarecimentos:
Depoimento da Irmã Débora: Meu irmão era um rapaz forte, casado, tinha dois filhos: o Giovani e o Caio. Meu irmão era portador do vírus HIV, mas não se cuidou, e dai aconteceu o inevitável. Foi um susto para todos nós. Meus pais não se conformavam. Eu moro no Japão há vários anos, e me sentia mal sempre que lembrava, e não pude estar perto quando ele desencarnou, mas daí fui ao Centro e consegui receber a mensagem tão esperada. Eu não era espírita, mas passei a ser depois de receber a linda mensagem do meu querido irmão, aliás, sempre tive vontade de seguir a doutrina espírita, mas meus pais não admitem, ou seja, até hoje eles não acreditam. Só eu mesma para tentar receber as comunicações.
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